Secretário-geral do PS-Madeira diz que Pedro Calado confunde e mente aos funchalenses

O candidato da coligação PSD/CDS à Câmara Municipal do Funchal continua a insistir em tentar confundir os Funchalenses para tentar tirar proveitos eleitorais. O mais recente rasgo da criatividade desesperada de Pedro Calado é um alegado acordo com a empresa Horários do Funchal para a implementação de um projeto-piloto de um autocarro 4×4 nas zonas altas do Funchal.

Pedro Calado estará arrependido de ter saído do Governo Regional, e consequentemente de ter deixado de tutelar várias empresas regionais, ou desconhecerá quais são as competências da Câmara Municipal, o que revela, no mínimo, impreparação para gerir os destinos da cidade. Querer fazer crer que um simples candidato autárquico estabelece um acordo com uma empresa de transportes públicos para implementação imediata de um novo serviço de autocarro para a zona do Galeão em pleno período de campanha eleitoral só pode ser visto como uma desonestidade intelectual, um desrespeito pelos funchalenses e um sinal de desespero perante a falta de capacidade de apresentar ideias concretas para a cidade.

Sejamos claros: em nenhum ponto do país uma empresa, seja de que área for, estabelece acordos ou implementa projetos-pilotos a pedido de um candidato autárquico. Mas na Madeira temos um Governo Regional que compactua e promove ações de desinformação como esta, não olhando a meios e a custos para promover o seu candidato à Câmara Municipal.

Mais uma prova da desonestidade que grassa na campanha PSD/CDS acontece já esta manhã, pela voz de Pedro Calado que vociferou um conjunto de expressões depreciativas e mentiras de António Costa na comunicação social, confundindo a sua visita como secretário-geral do PS com o seu cargo de primeiro-ministro. O candidato refere que “o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) deixou a Madeira de parte.” Importa que o candidato explique então de onde vêm os 5% da bazuca alocados à Madeira, numa proporção que duplica a percentagem da população madeirense no todo nacional, numa clara mostra de compromisso do Governo da República com a Região. Bem como que explique como, ao contrário do Governo da República, o Governo Regional, pela sua mão enquanto vice, não alocou um cêntimo do PRR às autarquias madeirenses.

Não pode valer tudo em política. Este comportamento é a todos os níveis condenável e estamos certos que os funchalenses vão demonstrar o seu desagrado nas eleições do dia 26 de setembro. Os funchalenses têm de estar atentos e não podem dar crédito a quem quer enganá-los nem se deixar instrumentalizar por quem apenas se interessa em cumprir agendas pessoais e interesses opacos. O Funchal não pode voltar a um passado de má memória, de gestão financeira ruinosa, de desvario urbanístico e de satisfação de clientelas. É essencial confiar o voto à Coligação Confiança para que o Funchal continue a ser uma cidade gerida com responsabilidade, transparência, rigor, liberdade e, acima de tudo, humildade, dando voz e oportunidades a todas as pessoas. Os funchalenses confiam em Miguel Silva Gouveia e na Coligação Confiança.