O candidato da coligação PSD-CDS à Junta de Freguesia de São Pedro, Manuel Filipe, não poupa nas promessas de “espirito de missão”, e de “uma equipa dinâmica e qualificada para mudar o rumo de São Pedro”.
“Nós queremos dar apoio às famílias, com critérios justos e equitativos”, referiu, ao apresentar ontem a sua equipa nos jardins da Fortaleza do Pico.
Entre outros objetivos, o candidato propõe-se dinamizar a atividade juvenil e desportiva, “actualmente inexistentes” e o melhoramento de acessibilidades. As actividades culturais e turísticas são também outra aposta.
Manuel Filipe é o actual presidente do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, e entende considera que São Pedro está votada ao esquecimento, sem identidade e com uma população envelhecida, daí ter aceite o desafio de Pedro Calado para ser candidato com o objetivo de mudar o rumo e o destino da freguesia.
“Sabemos que as competências das juntas são limitadas. Contudo, este facto pode ser ultrapassado com dinamismo, nunca esquecendo o quão importante será ter na liderança da Câmara do Funchal o Pedro Calado e a equipa da Coligação Funchal Sempre à Frente”, encomiou o candidato.
Manuel Filipe diz que “não há rigor na atribuição dos apoios concedidos, não existe respeito pela Assembleia de Freguesia e os representantes do povo aí presentes. Nem os vários alertas de todas as forças da oposição e as rusgas efectuadas pela Polícia Judiciaria às instalações da Junta alteraram esse rumo e esse registo”, criticou o cabeça-de-lista, sublinhando que em 8 anos, São Pedro “mudou para pior”.
Manuel Filipe também criticou a falta de investimento do actual executivo da Câmara Municipal do Funchal naquela freguesia. “O melhor exemplo da inércia desta autarquia em São Pedro é a reabilitação urbana do edifício da ‘Felisberta’. Foi a bandeira da reabilitação urbana da coligação ‘Confiança’ na campanha de há quatro anos, hoje encontra-se exatamente na mesma, degradada”, denunciou Manuel Filipe.
Na apresentação da candidatura a São Pedro, o cabeça-de-lista da Coligação ‘Funchal sempre à frente’, Pedro Calado, defendeu um projecto diferente para a cidade com base na proteção ao investimento, no crescimento, no apoio à causa social, de modo a salvaguardar aqueles que têm pouco. Esclareceu que os apoios sociais vão continuar, mas com regras e sem vícios, assegurou. “Vamos continuar apoiar os jovens, as famílias que não têm forma de sustento. Não vamos apoiar quem não quer trabalhar”.
Pedro Calado também promete uma outra postura autárquica, pois constata que actual gestão da Câmara vira costas ao essencial, quando “não quer resolver problema nenhum e faz gala em criar problemas à governação para a cidade”, esclarecendo que ao dar um passo em frente para resolver os problemas encontra “um obstáculo e uma parede do outro lado que faz gala em dizer que não quer resolver os problemas com o governo”. Deu como exemplo o que se passou com a Horários do Funchal em que a vida da empresa teve em suspenso tudo porque a CMF se recusou a assinar um contrato de gestão pública de transportes.
Daí que estabeleça um compromisso: ”Quando chegarmos à presidência da CMF podem ter a certeza que a primeira coisa a fazer é abrir as portas a todas as entidades do governo regional (…)”
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