Albuquerque diz que houve atraso na chegada de vacinas da Johnson

O presidente do Governo Regional respondeu hoje a perguntas dos jornalistas, que o confrontavam com o facto de o processo de vacinação na semana passada ter decorrido a metade do ritmo da semana anterior. Desvalorizou, no entanto, essa situação.
“Está a correr bem. Nós estamos a programar. Se for preciso, nós aceleramos. Mas é preciso levar em linha de conta que nós estamos já em processo de vacinação muito intensivo, e obviamente não podemos manter um ritmo razoável. Mas, consoante a disponibilidade de vacinas, nós temos um programa e será integralmente cumprido em função da disponibilidade das mesmas. Não há nenhum problema”, afiançou.
Questionado sobre se não havia vacinas na semana passada, o presidente do GR respondeu que sim, mas que as mesmas “têm de ser geridas em função do stock que temos”. O GR estava à espera da chegada das vacinas da Johnson, mas houve um atraso, revelou, num primeiro lote de 7000 que demoraram a chegar a Portugal, mas que, adiantou, para a semana já deverão estar na Madeira.
Miguel Albuquerque falava aquando de uma visita às instalações das equipas afectas aos diversos projectos de inovação e integração do digital na Educação, na Escola Dr. Brazão de Castro, à Rua Escola Secundária do Galeão 47, em São Roque, no Funchal.
Relativamente à visita, salientou que foi criado ali um centro no sentido de acompanhar, nas suas diversas vertentes, “a digitalização a que estamos a proceder na educação, na Madeira”.
O presidente disse que naquela escola foi criado “um centro para formação contínua dos professores”, no campo das novas tecnologias. Existe, referiu Albuquerque aos jornalistas, também um centro para monitorizar e acompanhar os tablets, dos quais cinco mil, asseverou, já foram distribuídos pelos alunos das escolas da Região.
“Fazemos aqui o acompanhamento e inserção de conteúdos desses tablets”, disse. Por outro lado, adiantou, os jovens estudantes podem colocar questões que são esclarecidas por um núcleo de docentes, garantindo-se assim “esclarecimentos complementares em termos pedagógicos”. O presidente do GR asseverou que é intenção do seu executivo “alargar o uso dos tablets a todo o mundo educativo”, num processo gradual.
A aplicação destas ferramentas digitais, adiantou, “começou no quinto ano e a partir daí os alunos vão-nas utilizando. A ideia é generalizarmos o uso. O ensino não pode ser dissociado destas transformações que vão ocorrendo de forma muito acelerada”.