Chovem críticas ao novo logótipo da Madeira

A polémica está instalada em torno da nova marca da Madeira, hoje apresentada. Entre hoteleiros, agentes turísticos, designers, professores universitários e até profissionais ligados ao cinema de animação, dos Estados Unidos a Macau, de Inglaterra a França e mais além, são muitos os comentários de madeirenses, portugueses do continente e até de estrangeiros que se propagam nas redes sociais criticando a legibilidade do logótipo apresentado e o carácter excêntrico do mesmo.

Apesar da extensa memória descritiva a justificar as opções tomadas (ver outro artigo em destaque hoje no FN), são muitos os críticos desta opção da empresa contratadas Bloom Consulting e da agência criativa BAR. E não se trata de ignorantes na matéria. Entre artistas, designers e “marketeers”, sublinha-se a necessidade de, num logótipo destes, o mesmo ter “legibilidade instantânea”, o que, “não acontece”, critica-se o lettering escolhido e mesmo a incorreção em língua inglesa que se apresenta no subtítulo “Madeira Islands. Belongs to all”. O desagrado aparenta-se generalizado, com muito poucas excepções. Parece até que apenas o Governo Regional ficou satisfeito.