Ireneu Barreto diz que a UMa é a “jóia da coroa” e que é estruturante para a autonomia

O representante da República, Ireneu Barreto, salientou hoje já ter dito várias vezes que “uma das jóias da coroa” da Região é a sua universidade. Palavras proferidas hoje no Palácio de São Lourenço, quando recebeu cumprimentos de despedida do reitor cessante da UMa, José Carmo.

“Sem a Universidade, nós não tinhamos autonomia”, afirmou mesmo, uma vez que sem ela “os nossos estudantes teriam de ir para o continente, ou para outro lado, estudar”.

Hoje, considerou, a UMa oferece “uma panóplia de oportunidades para os nossos jovens”, e tem tido, além disso, um papel relevante na vida da nossa sociedade.

Ireneu Barreto disse mesmo ter transmitido já a José Carmo o seu “orgulho” pela UMa, que tem razão de ser, insistiu. Elogiou ainda, na oportunidade, o modo como o reitor agora cessante exerceu os seus dois mandatos, pela “serenidade e conhecimento dos dossiers”, além da forma como expôs os problemas da universidade, “que são muitos”, nomeadamente no capítulo financeiro.

Instado a comentar a sua própria transição para um novo mandato como representante da República, disse tê-la visto “naturalmente”, como uma expressão da vontade do Presidente da República.

Ireneu Barreto tomará posse na próxima sexta-feira, e promete continuar a exercer as suas funções “com o mesmo espírito e a mesma vontade de bem servir a Região”.