Os Bombeiros Sapadores de Santa Cruz celebraram ontem 89 anos. Nesse sentido, o edil santacruzense, Filipe Sousa, na impossibilidade de realizar a tradicional sessão comemorativa, devido à situação de pandemia, emitiu uma mensagem elogiosa.
Na mesma, o presidente da Câmara e chefe máximo da Proteção Civil Municipal enaltece as quase nove décadas de trabalho “na defesa e na ajuda e salvamento da população quando esta mais precisa. Nos momentos de catástrofe, nos momento de doença, na fragilidade humana quando esta torna necessária a mão amiga que ajuda a fazer o caminho, que ajuda na chegada ao médico, que ajuda a afastar o perigo e a salvar pessoas e bens”.
Por isso fez questão de dirigir uma palavra de apreço e gratidão aos bombeiros, convicto de falar por toda uma população agradecida.
“Este 89º aniversário daqueles que são justamente chamados de ‘Soldados da Paz’ é este ano assinalado em clima de ‘guerra’. Esta guerra que travamos contra um vírus inimigo e invisível que tanto nos tem levado e que não deixa que este ano se celebre o aniversário dos nossos Sapadores como eles merecem. Poderá faltar a festa, o encontro, o abraço, mas não nos pode faltar a justiça de uma homenagem aos homens que não hesitam em pôr-se a caminho mesmo nestes tempos tão incertos em que nunca se sabe o que se pode encontrar do outro lado. Mesmo nestes tempos incertos nos quais tantos se resguardam, e bem, mas que esses tantos podem fazê-lo porque sabem que podem sempre contar com aqueles que continuam no terreno e que não hesitam em responder à chamada”, sublinha Filipe Sousa.
O edil aproveita para referir que nos últimos sete anos tem sido feito um investimento na melhoria e modernização do quartel, no reforço dos equipamentos de protecção pessoal, e na renovação da frota de socorro.
“Paralelamente, tem sido feita uma valorização profissional destes homens. Fomos os primeiros na transição para Sapadores e na actualização do vencimento para essa categoria, quando a lei previa que a mesma fosse feita em vários anos. Mas se digo isto, não o digo para reclamar um qualquer favor. Não! Tudo o que se fez foi um acto de justiça para com estes homens a quem tanto devemos, e que estão sempre lá quando mais precisamos deles. Tudo o que fizemos foi merecido por eles, pela sua entrega, pelo seu trabalho, pela elevada ética, pela dedicação extrema aos outros”, frisou.
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