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Vim de Santo Tirso há já nove meses, certa de no mês seguinte regressar da Ilha, mas de então para cá tudo se transformou” e, neste momento, estamos todos presos aos acontecimentos dia a dia, sem sabermos o que nos espera amanhã.
Em 7 de Março, ocorreu na Ilha um sismo de 5.7 que causou alguns desastres, sendo o último mais grave (a comunicação social repetiu em todos os noticiários) de uma senhora idosa – eu- que tropecei na escada no meio de toda aquela atrapalhação, estando hospitalizada durante 2,5 meses. Foi terrível, pois logo a seguir chegou o “Coronavírus”, o “Covid-19”, pandemia que rapidamente se alastrou, desde a China, a Europa e a todo o mundo, melhor dizendo, a todos os Continentes. O vírus mortal tem ceifado milhares de vidas humanas. A solução está longe de parar com esta “peste” dos nossos dias. Aliás, desde os anos 50 que andamos a padecer destes “vírus” mortíferos. Agora, até já a “vespa asiática” apareceu, para destruir as nossas colmeias e, também, causar mortes nos humanos.
Aqui, na ilha, a Região Autónoma tomou a sério os regulamentos vindos do Governo central e acrescentou ainda mais rigor no controlo dos Aeroportos locais e de pessoas que chegam sem ter passado pelo controlo exigido. A verdade é que não há ainda a registar nenhum caso mortal. Este vírus contagiante só irá terminar se todas as pessoas se capacitarem da sua própria auto – defesa, usando máscara, luvas, evitando contactos e, principalmente, lavarem sempre as mãos com sabão azul e branco, desinfectar constantemente, e não fugir ou esconder os sinais, os sintomas de contágio, antes que seja tarde.
Claro que entre os incrédulos ou menos esclarecidos, muitos não querem assumir a “pandemia” e andam descuidados, não ligam aos regulamentos e estão a continuar a fazer uma vida normal, como se nada fosse. Todas estas alterações climáticas, alteração dos oceanos, chuvas torrenciais, incêndios, furacões, pressagiam males maiores.
Leiam os antigos, Nostradamus, por exemplo, e encontrarão previsões do triste futuro que nos espera. A ausência das minhas crónicas deve-se também à alteração que tudo isto trouxe às nossas vidas. Como será o amanhã?
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