
Raimundo Quintal discorda publicamente da posição da Câmara Municipal do Funchal de suspender a recolha seletiva de lixos.
O FN reproduz o posicionamento crítico do geógrafo madeirense, partilhado nas redes socais.
“Infelizmente, o plano de contingência da CMF suspendeu a recolha seletiva de resíduos sólidos.
Isto é demasiado grave, porque, depois da pandemia vai ser muito difícil recuperar o bom hábito da deposição seletiva.
Na minha modesta opinião deveria ter sido reduzida a frequência da recolha de resíduos indiferenciados e reprogramada a remoção dos resíduos recicláveis.
Porque já nada me surpreende, ontem a Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal recebeu um mail da Senhora Vereadora do Ambiente com um inquérito, que começava com esta pérola ecológica:
“No âmbito das alterações que atualmente se vive, a Câmara Municipal do Funchal quer cada vez mais ser uma autarquia responsável e ambientalmente sustentável, nesse sentido, apelamos à Vossa Entidade que nos ajude nessa missão respondendo ao ofício em anexo.”
Porque não acredito em milagres políticos, durante e após a pandemia, vou continuar a cuidar das plantas que me oferecem mais oxigénio que os ventiladores chineses”.
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