Prada levou aos TSD a “receita” de sucesso social democrata, mais perto das pessoas e mais rápido nas soluções

O secretário-geral do PSD Madeira foi hoje ao primeiro Conselho Regional dos Trabalhadores Sociais Democratas (TSD/M) sob a liderança de Amílcar Gonçalves, anterior secretário regional dos Equipamentos e Infraestruturas, reforçar a linha de viragem estratégica do partido quando a dado momento decidiu fazer uma reaproximação às bases, aos trabalhadores e a tudo o que esteve na génese de vitórias sucessivas e, também recentemente, viabilizou três resultados vitoriosos, ainda que em termos de eleições regionais resultasse na necessidade de uma coligação pela inexistência, pela primeira vez, de uma maioria absoluta.

José Prada fez uma intervenção de unidade, mas também de abertura social democrata ao centro dos problemas. Chegar primeiro, identificar e resolver, eis a “chave” para abrir esta dialética partido/sociedade civil. Foi claro e disse que se o PSD pretende chegar a mais pessoas e envolver muitos mais militantes nos TSD/M, temos de ser os primeiros a dar o exemplo, os primeiros a identificar os problemas e, também, os primeiros a apresentar soluções, para que, em conjunto, possamos afirmar a Social-democracia, no mundo laboral”.

Num Conselho Regional que irá “analisar e votar uma profunda alteração aos Estatutos em vigor desde a década de 80, tendo por objetivo alargar o leque de intervenção desta estrutura, envolver mais militantes e adaptar as regras que norteiam os TSD/M à atualidade”, Prada apontou objetivos que, em sua opinião, são “a base necessária para que esta estrutura possa estar mais próxima e ser mais interventiva, no mundo do trabalho. “Quanto mais próximos estivermos dos nossos trabalhadores, melhor será a resposta do nosso Partido”, disse, vincando que todas as estruturas do PSD/M – sejam os TSD, seja a JSD ou os Autarcas – devem estar focadas nesta proximidade e abertura à sociedade, prestando o seu contributo e trabalhando para que o Partido vença as Eleições, em 2021.

“Todos, sem exceção, temos um contributo a prestar ao nosso Partido e, neste caso, ao nível dos TSD/M, temos, também, o dever de contribuir para uma sociedade onde cada profissional se sinta mais valorizado e onde o trabalho seja dignificado. E é nesta dupla perspetiva que temos de trabalhar, em nome do PSD/M, mas, também, da nossa Região”, disse.

O líder dos TSD/M, Amílcar Gonçalves, manifestou a sua satisfação pela forma “célere, participada e transparente” com que se procedeu à revisão dos Estatutos que hoje serão aprovados, lembrando que essa foi uma das principais bandeiras assumidas, pela nova Direção, aquando da tomada de posse, em dezembro passado.

Uma revisão que, como lembrou, visa garantir a maior abertura dos TSD/M à sociedade, mas, também, uma maior capacidade de intervenção, de atenção e de resolução dos problemas no mundo laboral, “numa realidade que, hoje, é necessariamente diferente daquela que existia na década de 80”.

A inclusão dos trabalhadores por conta própria, a extensão dos TSD/M a todos os concelhos, a integração de núcleos empresariais, a atenção aos mais jovens e aos aposentados foram algumas das novidades destacadas, na oportunidade, ao nível dos novos Estatutos.