PCTP/MRPP quer defender os mais pobres e oprimidos

O PCTP-MRPP insiste, através dos seus tempos de antena, que os partidos dos arco da governação “procurarão caçar o vosso voto e com ele eleger deputados para durante os próximos quatro anos vos continuarem a explorar e a vender o país às potências imperialistas”. O voto neste partido, “será antes o voto da luta contra os corruptos, os traidores, os poderosos e prepotentes”.

Os últimos quatro anos, acusa esta força política, caracterizaram-se pela “estagnação da economia nacional”, de “liquidação de serviço público, e de abandono de sectores estratégicos”.

O país não pode esquecer os incêndios que devastaram Portugal, e a forma como “António Costa não assumiu a sua responsabilidade nestes trágicos acontecimentos”, aponta o PCTP/MRPP, que acusa ainda o governo de um “modus operandi” fascista, como na requisição civil para lidar com greves como a dos motoristas, estivadores, professores e enfermeiros”. Portugal “precisa de uma política radicalmente diferente”, que passa pela saída da União Europeia e da NATO, pela semana das 35 horas para todos os trabalhadores, pela revogação do actual Código do Trabalho e por um serviço de saúde geral, universal e gratuito que efectivamente responda de forma imediata a todas as necessidades do povo.

Acusando António Costa de “charlatão”, de mentir e de “manobras reaccionárias para enganar os trabalhadores”. Na Madeira, a candidatura do partido, à frente da qual está Fernanda Calaça, prometeu lutar pelos pobres e por “quem é mais explorado e oprimido”.

 


Descubra mais sobre Funchal Notícias

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.