Partido “Aliança” mostra-se apreensivo com a qualidade da água potável na RAM

A caravana do partido Aliança andou hoje por vários concelhos da costa sul da Madeira, tendo o presidente da Academia do partido feito um balança negativo do tratamento das águas residuais na região, o que para além de ser um problema ambiental é um problema de saúde pública, declarou.

Hugo Miguel Olival referiu que “importa que a Madeira tenha políticas ambientais sustentáveis e que os esgotos da cidade do Funchal não sejam lançados para a reserva do Garajau” afirmando que o partido assume o compromisso de em Lisboa lutar pela instalação na Madeira duma rede de ETARs que permitam tratar as águas contaminadas. O partido mostrou-se bastante apreensivo com a qualidade das condutas e da água potável na região, assim como com a ausência dum plano estratégico nacional para os assuntos do mar, recordando Hugo Miguel Olival que “a Aliança já em maio pediu que a Agência Nacional do Mar fosse instalada na Madeira”.

A RAM, por outro lado, é apontada como um mau exemplo pelas suas más praticas ambientais, esgotos lançados para as ribeiras, poios de pneus, utilização de glifosatos na agricultura, manutenção de fibrocimentos nos telhados de escolas, habitações sociais e condutas de água.

“Portugal e a Madeira não podem desperdiçar o próximo quadro comunitário de apoio 2021/2027 sob o risco de perdermos a possibilidade de termos apoios comunitários para corrigirmos estas situações”, defende o “Aliança”.

Ssegundo o presidente da Academia da Aliança “Joaquim José Sousa é de todos os candidatos o mais bem preparado para lutar pelas questões ambientais, não só por convictamente ser um defensor do meio ambiente, mas também por ser o mais bem preparado para em Lisboa e se preciso for, em Bruxelas defender os interesses dos Madeirenses e dos Porto-santenses. Joaquim José Sousa tem demonstrado ao longo da sua carreira pública que para além de ter uma grande dimensão humana é um homem extremamente capaz e competente”.

Esta força política defende que, com as alterações climáticas, temos “de ter uma Madeira mais «verde», sem emissões de carbono, e para tal terão de existir linhas de investimento para a transição energética, para as energias renováveis para a agricultura biológica e para evitar as perdas de água potável e só com pessoas competentes é que o poderemos ter acesso a estes fundos”.