Paulo Cafôfo apela ao voto no PS, que diz ser o único partido capaz de “virar a página” na RAM

O cabeça de lista dos socialistas madeirenses na campanha às próximas eleições regionais apelou ao voto “na única força política em condições de fazer um virar de página na Região, de iniciar um novo ciclo de desenvolvimento económico e social na próxima década, num projecto onde todos contam”. Ou seja, no partido que representa.

Durante contactos com a população desenvolvidos na freguesia funchalense de Santo António, Cafôfo mostrou-se confiante na decisão que os madeirenses terão no próximo domingo. “Diariamente sinto a confiança das pessoas, a sua vontade em mudar o rumo que a Madeira tem vindo a ter na última década. É possível fazer mais e melhor pelas pessoas, é possível uma forma diferente de fazer política, assente numa estratégia clara e sempre tomando as melhores decisões para as pessoas”, disse.

“Os madeirenses e porto-santenses merecem melhor na saúde, no emprego, na educação e na habitação. Merecem mais respeito e consideração, mais igualdade e justiça social, mais oportunidades para terem uma vida condigna. Estes são os nossos compromissos perante os madeirenses. Nada pode ser mais prioritário do que as necessidades e as expectativas das pessoas”, afirmou Paulo Cafôfo.

O candidato do PS apelou para que todos exerçam o seu direito de voto no dia 22 de Setembro e, mais importante que isso, que tomem a sua decisão em consciência e em liberdade e não se deixem condicionar por qualquer outro factor.

“Não podemos permitir que haja ameaças ou clima de medo junto das pessoas. Em pleno século XXI não é aceitável que alguém possa fazer condicionar a decisão de outros com base em represálias na sua vida pessoal ou profissional. Condenamos absolutamente essa situação. As pessoas devem expressar-se livremente e o seu voto será soberano. Da nossa parte, as pessoas podem contar um ambiente de absoluta tranquilidade e serenidade, sem mudanças bruscas, onde o mérito e a competência serão os critérios para tomada de decisão”, concluiu Paulo Cafôfo.