Paulo Cafôfo considera que as zonas altas do Funchal devem ser uma prioridade

O cabeça-de-lista do Partido Socialista/Madeira às próximas eleições regionais, Paulo Cafôfo, considerou hoje que a melhoria da qualidade de vida dos madeirenses necessita de novas acessibilidades, água e saneamento básico e espaços de lazer para as famílias. As zonas altas devem merecer uma atenção especial por parte do Governo Regional, de forma a reduzir assimetrias e promover igualdade e justiça social, postulou.

Cafôfo manteve contactos com a população na freguesia de Santo António, no Funchal, considerando que  as zonas altas são uma “prioridade”, exingindo a implementação de “uma verdadeira política de proximidade, que responda ao que as pessoas que vivem nestas áreas necessitam”.

“Durante os meus mandatos à frente da Câmara Municipal do Funchal houve uma preocupação com as zonas altas, materializada com o investimento e lançamento de diversas intervenções, em áreas-chave como as pavimentações, o saneamento básico e as novas acessibilidades. Estas intervenções fazem a diferença na qualidade de vida das pessoas e vieram romper com a inacção e indiferença a que estas zonas foram votadas por sucessivos executivos camarários PSD. Agora, é importante manter e alargar este investimento, dando condições para que as pessoas possam viver uma vida condigna, com a qualidade que merecem”, afirmou o orador.

Segundo este candidato, devem ser definidos contratos-programa com as autarquias para a realização de obras locais, água, saneamento básico, parques infantis e equipamentos lúdicos e pavimentações. A intervenção articulada com as autarquias é encarada como a forma mais eficaz e construtiva para responder às reais necessidades das populações que vivem nas zonas altas do Funchal.

Cafôfo entende não fazer sentido que o Governo Regional não trate de forma equitativa as autarquias e que apenas faça investimentos nos concelhos onde está no poder um executivo da sua força política”.

“Comigo na presidência do Governo Regional da Madeira, iniciaremos uma nova forma de fazer política, colocando as pessoas no centro da decisão. Nada mais pode ser prioritário do que responder às necessidades mais prementes das pessoas”, declarou.