“Tanoeiros” e “João Tavira” já têm iluminação pública nova, investimento vai nos 65 mil euros

TANOEIROS_DEPOIS
Rua dos Tanoeiros.
TAVIRA_DEPOIS
Rua João Tavira.

A Câmara Municipal do Funchal anunciou hoje, numa nota enviada à comunicação social, a conclusão da instalação de iluminação nova na Rua João Tavira e na Rua dos Tanoeiros, “dando continuidade ao seu projeto de reforço da iluminação pública no centro histórico da cidade”.

A nota revela que “a intervenção começou no fim do ano passado, na Rua das Pretas, e prosseguiu agora, incidindo em troços menos iluminados que tinham sido identificados nesse sentido, e definidos como prioridade, num investimento municipal que até agora ascendeu a 65 mil euros. Na globalidade do projeto, a Câmara Municipal do Funchal prevê instalar cerca de meio milhar de novas luminárias LED na Baixa da cidade. Seguem-se a Rua do Esmeraldo, a Rua do Sabão e a Rua Direita”.

Este projeto com vista ao reforço da iluminação pública na Baixa foi desencadeado por um diagnóstico realizado pelo Departamento Municipal de Economia e Cultura junto dos comerciantes, que afirmaram que uma das suas preocupações era a fraca iluminação em alguns espaços públicos da cidade, que originavam algum desconforto e insegurança.

A Autarquia delineou, então, um plano estratégico, inserido no Programa de Revitalização do Comércio do Funchal, com o objetivo de implementar novas luminárias LED, uma solução mais ecológica, que garante maior eficiência e que, a médio-prazo, representará uma importante poupança na fatura energética do Município.

O Presidente Miguel Silva Gouveia destaca “a satisfação dos comerciantes destas ruas, que tiveram as suas preocupações ouvidas e já manifestaram à Autarquia os benefícios de uma intervenção como esta, não só para os próprios, mas também para os residentes e para todos aqueles que visitam a cidade.”

“A estas melhores condições de vivência, somam-se aspetos importantes de sustentabilidade, como a poupança energética, numa perspetiva ambiental, mas também a poupança financeira. Este é mais um resultado do notável trabalho de proximidade que tem vindo a ser realizado pela CMF ao longo dos últimos anos junto dos nossos comerciantes, que nos permite estar mais conscientes do que nunca, relativamente às carências da cidade.”

A solução adotada “tem em conta fatores como a eficiência energética, a durabilidade e a segurança, garantindo uma redução de custos de consumo anuais na ordem dos 78%, e um retorno de investimento num período de 7 anos. Na implementação desta tecnologia foi tida em conta a simbiose com o património edificado e a configuração dos arruamentos, numa malha urbana carregada de edifícios históricos, utilizando-se uma temperatura adequada aos centros históricos, na sequência do que já é implementado noutras cidades europeias”.