Prada pede “maioria absoluta” para o PSD-M e Pedro Coelho diz que “Albuquerque deixou marcas e Cafôfo não”

PSD Auitarcas BO PSD-Madeira tem uma lista representativa de todos os concelhos, a do PS, liderada por Paulo Cafôfo não. Albuquerque deixou marca na Câmara, Cafôfo não. Albuquerque fez um bom traballho durante estes quatro anos de Governo Regional. Estas notas de mensagem foram hoje deixadas por Pedro Coelho, o presidente dos Autarcas Sociais-Democratas (ARASD), durante um encontro com o PSD-M, na Casa da Cultura de Câmara de Lobos.

Também ali, nesta reunião, o secretário-geral do PSD-M, José Prada, foi claro quanto aos objetivos definidos. E muito claro quanto ao pedido, explícito, de “maioria absoluta” para o PSD-M nas regionais de 22 de setembro. Igualmente direto direto naquilo que o partido não quer: “Não queremos Geringonças na Madeira”.

Pedro Coelho, presidente da ARASD e também presidente da Autarquia de Câmara de Lobos, considera que o PSD-M tem “uma lista que tem elementos de todos os concelhos até o 20º lugar, e que representa aquilo que o PSD tem de melhor: um projeto integrado de desenvolvimento para a Região Autónoma da Madeira”, sublinhou o tambem líder da Autarquia camaralobense.

Uma representatividade que, diz, “não se verifica na lista do candidato socialista à presidência do Governo. Enquanto nós queremos ter uma voz de cada concelho na Assembleia Legislativa da Madeira, outros não tiveram esse cuidado, para com os 11 Municípios da Madeira”.

Pedro Coelho chamou a atenção para a postura do ex-presidente da CMF, que, “depois de ter pedido o voto aos funchalenses rasgou o compromisso que tinha, e agora candidata-se à presidência do Governo Regional”. Por isso questiona se “esta pessoa é novamente merecedora da confiança da população da Madeira e do Porto Santo e, em particular, do voto dos funchalenses.”

Referindo-se à Miguel Albuquerque, Pedro Coelho faz questão de evidenciar “o bom trabalho que este desenvolveu na presidência do Governo Regional”, assim como a evolução que hoje é visível na Madeira, “que está bem melhor do que estava há quatro anos atrás, em todos os indicadores sociais, económicos e culturais”, graças a uma governação estável e com rumo.

A este propósito e comparando o trabalho levado a cabo por Albuquerque na altura em que esteve à frente dos destinos da cidade do Funchal, o Presidente da ARASD questiona qual é a marca que o candidato do PS deixou no Funchal, e de que forma ele irá ficar para a história.

“Miguel Albuquerque ficou na história do Funchal, deixou a sua marca, a sua obra. O outro candidato socialista, ao longo de seis anos, não deixou nem marca nem obra”, sublinhou Pedro Coelho.

Garantindo que o PSD tudo fará para que o povo madeirense decida em consciência: “se querem apostar na incerteza ou se querem continuar a mudar a Madeira, porque quem tem mudado a Madeira são os Madeirenses e os Porto-Santenses que têm dado o voto ao PSD.”

O secretário-geral do PSD, José Prada, reafirmou a posição de recusa social democrata a governos tipo “Geringonças” transpostos para a Região. “Não queremos geringonças na Madeira, eu não quero deixar esta Região nem muito menos o futuro dos meus filhos nas mãos de alguém que só quer o poder para dizer que ganhou e não para melhorar a qualidade de vida da nossa população”.

Prada aproveitou este Encontro – o primeiro de muitos que serão realizados com as estruturas do Partido – para sublinhar a importância da união e mobilização de todos os militantes rumo à vitória de 22 de setembro, como faz referência uma nota do partido sobre este encontro em Câmara de Lobos.
“Uma vitória que só faz sentido com maioria absoluta, de modo a garantirmos a estabilidade, o desenvolvimento e o progresso conquistado ao longo dos últimos 40 anos, precisamente graças a uma governação séria, com rumo, responsável e, acima de tudo, focada no que é melhor para a população, nos 11 concelhos da Região.
Uma governação que foi feita ao lado da população, sempre com base naquilo que eram as suas necessidades e expectativas, num trabalho que é para continuar e intensificar nas próximas semanas e até às Eleições, no terreno.
Regionais 2019

“Não podemos pensar que os outros vão trabalhar por nós, temos todos de ouvir as pessoas, de trabalhar e de lutar, em conjunto e de forma articulada, para transmitirmos a nossa mensagem à população e para mostramos que, connosco, há futuro, há melhor futuro”, reforçou Prada, acrescentando ter a plena convicção de que se o PSD estiver unido e ainda mobilizado, a vitória está garantida.
Reconhecendo o trabalho desenvolvido até agora, o secretário-geral do Partido pediu mais um esforço e, acima de tudo, união. “O PSD vale e sempre valeu pela sua união, pela sua capacidade de somar as várias partes e esforços e é nisso que temos de estar concentrados, tal como fizemos nas Europeias e ganhámos”, referiu, garantindo que se assim for, a vitória a 22 de setembro, mas, também, a 6 de outubro, está garantida na Madeira e no Porto Santo.