Calado “mostra” Madeira a crescer mas está preocupado com o País e com a desaceleração da economia europeia

Calado - ValorizarO vice presidente do Governo Regional relevou hoje a taxa de execução da Madeira em termos de fundos comunitários, o que permitiu, devido a essa mesma taxa verificada a 31 de desembro de 2018, a reafetação, do “bolo global”,  de uma verba de 10,7 milhões de euros para outras áreas de menor execução. “É isso que pretendemos, hoje, explicar”, disse Pedro Calado.

O governante garantiu, na apresentação pública da Alteração do Sistema de Incentivo à Valorização e Qualificação Empresarial da Região Autónoma da Madeira, denominado Valorizar 2020, que a Madeira “não quer desperdiçar fundos comunitários” e reafirmou o que o presidente do Governo já tem afirmado, em diversos momentos, que a economia da Madeira está a crescer há 70 meses, considerando “o grande sucesso” o que foi feito na Região nos últimos anos.

“O resultado desse crescimento económico foi passarmos de uma taxa de desemprego de 15% para o valor mais baixo a nível nacional, de 7%, uma realidade que está a ser influenciada pelo número de regressados da Venezuela”.

Pedro Calado lembrou que a Região “arrumou a casa” e anunciou a redução da dívida regional em 38% desde 2012, mas mostrou-se preocupado, numa visão mais global, com a previsível desaceleralção da economia europeia, que irá trazer consequências à economia nacional, apontando que “a nível nacional, o trabalho de casa não foi feito e a dívida nunca foi tão grande”.