Cláudia marca primeiro dia de campanha lembrando que “a cultura é um dos ativos do projeto europeu”

Cláudia CONVENTO 1_13 de maio 2019A candidata do PSD-M na lista nacional social democrata ao Parlamento Europeu começou o dia de campanha no Museu Frederico de Freitas, onde visitou a Exposição “O FUTURO DO PASSADO. Reabilitação e restauro do Convento de Santa Clara no Funchal. Monumento Visitável”, onde fez questão de sublinhar que a cultura é, também, «um dos ativos do projeto europeu», lembrando, a este propósito, «que foi o PSD que, no Parlamento Europeu, aprovou, para as próximas perspetivas financeiras da União e através do programa Europa criativa – que apoia a cultura, os meios de comunicação e projetos sectoriais – a duplicação da proposta da Comissão Europeia para 2.806 milhões de euros, face aos 1.642 milhões de euros que tinham sido propostos.

Sublinhando que o apoio comunitário aprovado para a intervenção de Conservação e Restauro do Convento de Santa Clara, na ordem dos 85% e proveniente do FEDER, «é uma prova de que a cultura faz parte da agenda europeia», a candidata aproveitou a ocasião para lembrar que foi uma das primeiras subscritoras e apoiantes do Ano Europeu do Património, que se realizou em 2018, e que continuará a trabalhar, com ideias concretas e propostas de ação que passam, entre outras, pela afirmação de uma estratégia concertada para a Cultura, que promova o triângulo ciência-inovação-cultura.

Europeias 2019«A investigação e a inovação têm sido intrínsecas à cultura europeia e à construção da sociedade desde a antiguidade clássica e queremos, assim, promover a inovação ligada à herança cultural Europeia, ao património cultural e histórico europeu e às indústrias culturais e criativas», disse, acrescentando que, a par deste grande objetivo, também assume, como uma das suas prioridades, o «relançamento do projeto Europeana, a biblioteca digital europeia, alargando a sua base de obras e incrementando a sua acessibilidade a todos os cidadãos».

Paralelamente, reforçou, «é fundamental o incentivo aos projetos de micro-dimensão e a aposta na cooperação cultural em pequena escala, projetos que devem ter uma taxa de cofinanciamento específico».

«Estamos perante aquele que é um bom exemplo de restauro e de defesa e valorização do património cultural», argumentou Cláudia Monteiro de Aguiar, assumindo que também tudo fará para que a burocracia associada a estes processos venha a ser combatida. «Tornar o processo mais célere acaba por fazer chegar o financiamento de forma mais eficaz, concretizando as ações muito mais rapidamente», rematou.