Rafael Macedo afirma ter elementos para rebater cada ponto do relatório e lamenta que não tenha sido ouvido para exercer o contraditório

Rafael Macedo médicoO relatório da comissão parlamentar de inquérito ao funcionamento da Unidade de Medicina Nuclear do SESARAM, hoje aprovado pelo PSD no Parlamento, retratando que o médico que denunciou situações de favorecimento aos privados em prejuízo do serviço público, fez 23 acusações e todas elas sem provas, põe um ponto final no processo de avaliação em contexto parlamentar, mas a situação promete não ficar por aqui.

Neste momento, o médico que era o responsável pela unidade está suspenso de funções enquanto decorre um processo disciplinar no âmbito do SESARAM. Prepara a defesa e lamenta que, depois de ter sido ouvido na comissão de inquérito, foi o primeiro a depor perante os deputados, “nunca tenha sido chamado uma segunda vez para o exercício do contraditório” face às acusações que foram feitas pelos diversos intervenientes, durante as audições que se seguiram.

Rafael Macedo, em declarações ao Funchal Notícias, afirma ter “elementos para rebater cada ponto exposto, dito pelos envolvidos em causa. É pena que elevados agentes da Saúde da Região e , sobretudo,  do País,  se prestem a este papel. Estão vidas em causa. É lamentável o motivo que faz mover estes agentes para que ajam desta forma, sabendo que estão a prejudicar vidas e o erário público. Apelo à intervenção, novamente, das entidades nacionais e europeias competentes”.

 


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