O MPT Madeira esteve ontem junto ao monumento dedicado ao trabalhador, para se associar às celebrações do 1º de Maio. O Partido da Terra quis ontem recordar “todos aqueles que querem trabalhar e estão no desemprego, todos aqueles que se candidataram a um posto de emprego, passando por provas e entrevistas, sabendo que essas vagas supostamente já estão atribuídas aos amigos mais próximos”.
Esta força política teve uma palavra a dizer para “aqueles que trabalham, mas que têm os seus salários atrasados”, lembrando a propósito “os nossos trabalhadores da empresa da CMF, Frente Mar que neste dia ainda não receberam os seus salários, uma situação triste para eles e para as suas famílias, que envergonha todos os funchalenses, estes actos de completa má gestão daquela empresa”.
O MPT Madeira apelou a todos os desempregados, trabalhadores com salários em atraso e a todos aqueles que se sentem injustiçados nos seus direitos por aqueles que nos dirigem ou governam, “que mostrem já no próximo dia 26 de Maio, nas Eleições Europeias, um cartão vermelho, à geringonça nacional e não permita que essa geringonça chegue à Madeira”.
“Eles defendem uma coisa e depois fazem outra”, acusou o partido dirigido na Madeira por Roberto Vieira, “a começar pelo aumento da idade da reforma, que no passado se defendia que fosse aos 60 anos e agora querem passar para os 70 anos, assim fica impossível de haver hipótese aos nossos jovens entrarem no mercado de trabalho, não tendo outra solução senão emigrar, deixando este país num país envelhecido e pobre”, critica o MPT.
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