A Câmara Municipal do Funchal aprovou a prestação de contas de 2018, com votos favoráveis da Coligação Confiança, abstenção do CDS e votos contra do PSD. “A dívida do Funchal, de 33,3 milhões de euros, nunca foi tão baixa, é a mais baixa deste século, continuamos com a nossa diligência de termos uma gestão rigorosa de baixar o endividamente e credibilizar novamente a Câmara, do ponto de vista financeiro”, revelou o vice presidente da Autarquia.
Miguel Gouveia criticou o sentido de voto do PSD, considerando-o “uma postura de bloqueio”, afirmou que esta realidade financeira da Câmara deve-se a uma gestão criteriosa, ao facto de levar a concurso público muitos daqueles que são os contratos, o que não acontecia no passado, como por exemplo o dos combustíveis, cujo contrato de três anos, envolvendo um valor base de 2,7 milhões de euros, foi levado hoje à reunião de câmara e cujo procedimento não era feito no passado, em que os contratos eram avulso”. A Câmara gasta 800 mil litros anuais de gasóleo e 20 mil litros de gasolina.
O vice da CMF apontou, ainda, os exemplos dos contratos relacionados com a gestão das estações elevatórias e ETAR do Funchal, que no passado eram contratos que ultrapassavam os 800 mil euros e que nos últimos anos rondam os 300 mil.
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