O chefe do Executivo madeirense, Miguel Albuquerque, defendeu hoje que os que tomaram parte na chamada “Revolta da Madeira” de 1931, efeméride que hoje se assinalou, merecem a homenagem das gerações que lhes sucederam, por terem defendido os interesses da Madeira contra a ditadura salazarista. Em declarações aos jornalistas à margem de uma cerimónia pública, Albuquerque considerou que este é um dia que deve levar os madeirenses e os portugueses a reflectir. Tudo porque foi uma afirmação de revolta contra “a discriminação que a Madeira estava a sofrer, e que sofreu ao longo de séculos”.
A Revolta da Madeira acabou por ser contida após o envio de tropas do continente e vários dias de combate. A conquista da autonomia política, e a necessidade de defendê-la e ampliá-la, deve estar sempre na mente dos madeirenses, considerou também na ocasião o presidente do Governo Regional.
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