Câmara do Funchal investe 125 mil em conservação das redes de abastecimento de água potável

Miguel Gouveia diz que esta obra reduz as perdas de água.

Assegurar os recursos necessários para o reforço da capacidade de intervenção da Autarquia em termos de manutenção e reparação de derrames, concorrendo para o combate às perdas de água no Funchal, é o objetivo do investimento da Câmara Municipal do Funchal, na ordem dos 125 mil euros, numa nova empreitada destinada à conservação das redes de abastecimento de água potável do concelho.

O vice-presidente Miguel Silva Gouveia, que tem o pelouro das Águas e Saneamento Básico no Município, realça a “importância de acompanhar de perto todas as ocorrências na nossa rede de abastecimento de água, para que exista celeridade e eficácia na intervenção da Autarquia em todos os cenários, 365 dias por ano.”

O autarca acrescenta que “não basta fazer investimentos de raiz, é fundamental agir de forma permanente e consistente no terreno, de modo a aferir constantemente as carências da rede e agir com prontidão sobre derrames, apostando na excelência do serviço prestado, na redução de perdas e na defesa do meio Ambiente. Para tal, é impreterível que as Águas do Funchal disponham dos meios para otimizar a sua intervenção, prestando um serviço público cada vez melhor.”

Recorde-se que a Câmara Municipal do Funchal apostou, este ano, na autonomização da sua Divisão de Águas e Saneamento Básico, que estava integrada no Departamento de Infraestruturas e Equipamentos da CMF, criando as “Águas do Funchal”, um serviço que passa a ter poderes equivalentes aos de um Departamento Municipal e serviços centralizados na antiga escola Aspirante Mota Freitas, em Santa Maria Maior.

A transferência de todos os serviços ligados à gestão das águas e do saneamento básico no Funchal para a sua nova sede já começou, num processo que a Autarquia conta ter concluído nos próximos meses. Entre as principais novidades, contam-se a implementação de um inovador sistema de telegestão, que vai permitir detetar, em tempo real, derrames de água não visíveis na cidade, transformando por completo a forma como os serviços municipais respondem a este tipo de situações.