
A vereadora do PSD Rubina Leal acusou hoje Paulo Cafôfo de ser um presidente “que se demitiu da liderança da Cidade, que não tem palavra e mente ao eleitorado”. E justificou a posição social democrata sobre as ausências do edil referindo que “o voto de protesto não tem a ver com a falta de comparência do presidente da Autarquia nas reuniões, mas sim com a ausência de liderança na Cidade, porque este presidente abandonou a Cidade para se dedicar a outras campanhas”, explicou a vereadora do PSD.
Dizendo que o atual presidente da CMF apontou, em Reunião de Câmara, as 56 ausências do seu antecessor, Rubina Leal questionou: “Com que direito um presidente de Câmara fala sobre 56 ausências do antecessor em 19 anos e não percebe que já faltou 27 vezes em apenas 4 anos?” Rubina Leal referiu que o edil justificou, por exemplo, a ida ao Açores com as férias. “Mas todos sabemos que ninguém tira férias para visitar hospitais, serviços nem tão pouco para reunir com entidades”, disse, continuando: “Só lhe fica mal essa justificação às pessoas que o elegeram para comandar a Cidade”.
No que se prende com a reunião de Câmara de hoje,a vereadora Joana Silva abordou o alargamento do Caminho do Jamboto em proposta apresentada pelos vereadores do PSD. “É um caminho no qual passam muitas pessoas diariamente” e “neste momento vive-se um clima de grande instabilidade devido ao caminho ser demasiado estreito e existirem várias paredes de sustentação de terreno em risco de desabar”, alertou Joana Silva. “A população sente-se muito insegura”, continuou a vereadora social-democrata, explicando que o PSD solicitou ao executivo da Coligação para que procedesse com a “maior urgência às obras necessárias” para o alargamento do Caminho do Jamboto. A proposta foi chumbada pela Coligação alegando que se trata de “uma obra inútil”.
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