
Pedro Matos, um dos filhos do falecido Arnaldo de Matos, madeirense, ativista político, advogado, acusa o PCTP/MRPP, de que o pai foi um dos fundadores, de “sequestro do corpo do pai”, apontando o dedo a uma dirigente sindical que apareceu “tardiamente” com o argumento que teria sido desejo de Arnaldo Matos de ter um velório controlado pelo partido.
Ainda segundo o filho, a dirigente partidária terá dito mesmo que “temos pena que tenha chegado a isto, mas então é assim: o velório e o funeral são do partido; as cinzas são da família”.
Por este acontecimento, o filho dá a conhecer que não estará presente no velório.
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