




O problema não é novo mas nos últimos tempos vem apresentando contornos cada vez mais complexos. Os pombos que andam pela cidade não dão descanso as quem está sentado em algumas esplanadas da cidade. São muitos e a adaptação é de tal ordem que não raras vezes fazem poiso, em bando, nas mesas dos espaços de restauração, na Avenida do Mar, na Fernão Ornelas, na Praça doi Carmo, apenas como exemplos.
Em dezembro de 2018, o Funchal Notícias publicou uma reportagem sobre o assunto, onde a Câmara do Funchal dava conta que, nesse mesmo ano, foi posto em prática um Plano de Ação, levado a efeito elo departamento de Ambiente da CMF, que consiste na definição de várias medidas com vista à redução do número de efetivos de algumas das colónias, designadamente através da alimentação com grãosde milho impregnados de contracetivos.
O Plano denomina-se “O Funchal não é um Pombal” e de acordo com informações da Autarquia, a instalação do “Pombal contracetivo, é uma situação que envolve a disponibilização de dois pombais “consistindo em atrair os pombos em questão com a disponibilização de água, alimento e sombra em liberdade permitindo que seja possível a retirada dos ovos dos mesmos, dois dias após a postura, antes de haver formação do embrião com o objetivo de antecipar os nascimentos e
evitando a propagação. Assim que as aves estejam concentradas nestes pombais, estas por sua vez não irão procurar os telhados das casas, caleiras de prédios, parapeitos das janelas ou demais locais para nidificação”. Os locais de instalação são as hortas urbanas de São João e as instalações do Departamento do Ambiente.
A verdade é que, mesmo hoje, o repórter fotográfico Rui Marote registou imagens impressionantes, que todos os dias somos confrontados um pouco pela cidade, situação que expressa a necessidade de uma intervenção mais incisiva para minimizar esta realidade.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





