Sara Madruga defende reforço do financiamento da Universidade da Madeira

Sara Madrugada Costa
Sara Madruga questionou o ministro mas ficou sem resposta.

A deputada Sara Madruga da Costa exigiu ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o reforço do financiamento da UMA – Universidade da Madeira.

A informação consta de uma nota enviada à comunicação social, relativa à audição do ministro, na Assembleia da República, no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2019, onde a deputada lembrou a Manuel Heitor que “a UMA é uma das universidades com menor verba atribuída pelo Orçamento do Estado, recebendo menos que a Universidade dos Açores e que as congéneres do interior do país”.

Sara Madruga da Costa recordou que “há três anos que o PSD reivindica no parlamento, o reforço do financiamento da UMA” e lamentou que o Ministro nunca tenha respondido a essa reivindicação e às inúmeras solicitações do PSD, nem consagrado o reforço naquele que é o último Orçamento da Legislatura.

Para a parlamentar madeirense “é fundamental que o Governo da República proceda à reapreciação das dotações para a Universidade e que garanta o financiamento necessário para o Prevpap, mas também para as contratações ao abrigo do programa científico da UMA”.

Sara Madruga da Costa confrontou o Ministro com a carta enviada pelo reitor da UMA, segundo a qual “a Universidade da Madeira não terá condições para suportar as integrações aprovadas caso o Governo da República não assuma o diferencial necessário para a integração dos denominados “precários”.

A deputada social democrata defendeu ainda a necessidade de serem alargados aos estudantes da UMA, os benefícios fiscais previstos no Orçamento para os estudantes das universidades do interior, dadas as dificuldades e os custos da insularidade face à interioridade, bem como a necessidade de ser atribuído a todos os funcionários da Universidade um subsídio de insularidade.

Sara Madruga da Costa considerou as medidas por si defendidas “essenciais para o aumento da competitividade da UMA e exigiu ao Ministro que se pronunciasse sobre as mesmas”.

“Nada a acrescentar” foi o que Manuel Heitor referiu, em relação aos constrangimentos sentidos pela UMA, não tendo assim respondido a nenhuma das questões colocadas pelo PSD.

No entanto, em relação à Universidade dos Açores o Ministro foi muito diligente e fez questão de admitir que ainda antes de iniciar a audição no parlamento despachou um reforço pontual do financiamento para aquela Instituição açoriana.