Sara Madruga diz que novo hospital da Madeira “não pode ser arma de arremesso político”

A deputada madeirense na Assembleia da República, Sara Madruga da Costa, comentou a aprovação, hoje em Conselho de Ministros, da candidatura do novo Hospital da Madeira a projecto de interesse comum.

Esta aprovação, observa, ocorre depois de na semana passada, os deputados social-democratas madeirensesna Assembleia da República terem manifestado a sua estranheza e preocupação pelo silêncio e inacção do Governo da República.

“É lamentável que o Governo da República tenha demorado três anos a tomar uma decisão sobre uma infraestrutura que é fundamental para os madeirenses como é o novo Hospital da Madeira e que só o tenha feito no limite do prazo e após a denúncia pública dos deputados do PSD-M na Assembleia da República”, referiu Sara Madruga.

A parlamentar recorda que a primeira candidatura apresentada pelo Governo Regional foi chumbada pelo Governo da República, assim como todas as propostas ao Orçamento de Estado apresentadas pelo PSD no sentido do financiamento.

“Por outro lado, a Comissão de Acompanhamentos das Políticas Financeiras esteve parada durante largos meses até que o Governo da República substituísse os membros que indicou que, entretanto, se tinham demitido”, observou.

Sara Madruga da Costa considera que “chegámos à situação extraordinária de terem sido os deputados do PSD-M na Assembleia da República a alertar o Governo da República para o aproximar do fim do prazo para a aprovação da candidatura”.

A aprovação da candidatura do Hospital da Madeira no último dia do prazo é para deputada madeirense“bem reveladora de que este Governo da República não está verdadeiramente preocupado com os interesses dos madeirenses mas com meros objectivos e questões eleitoralistas (…)”.

“Não admitimos que a saúde dos madeirenses seja partidarizada e o Hospital da Madeira seja uma arma de arremesso político e eleitoral do governo socialista”, conclui.


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