Cafôfo congratula-se com a actividade desenvolvida pelo Teatro Municipal; afirma que o mesmo recebeu 47 mil visitantes o ano passado

O edil funchalense, Paulo Cafôfo, apresentou esta manhã, no Teatro Municipal Baltazar Dias, a temporada artística 2018/2019 do Teatro, que começa amanhã. Com a directora da prestigiada sala de espectáculos da cidade, Sandra Nóbrega, o presidente da Câmara considerou que o facto de o Baltazar Dias ter cada vez mais espectadores “é uma responsabilidade, que exige que façamos mais e melhor (…)”.

Segundo dados apresentados na ocasião, no ano transacto o Teatro recebeu 47 mil visitantes, um aumento de cerca de 4 mil espectadores em relação à temporada anterior, e que também se traduziu num aumento da percentagem de espectadores por sessão, passando dos 51% para os 55%, e continuando acima da média nacional de 49%, congratula-se a autarquia. O início de temporada será marcado, já neste fim-de-semana, pelo duplo espectáculo de Rodrigo Leão, num amplo cartaz, que irá do teatro à música, da dança às artes plásticas, dos documentários às exposições, dos lançamentos aos debates.

Paulo Cafôfo não tem dúvidas de que “aquilo que transformou a face da casa da cultura na Região ao longo dos últimos anos, foi a aposta na qualidade, e a resposta do público tem sido excepcional. Entrámos na agenda nacional, com a Rede Eunice, mas temos feito um trabalho fundamental de aposta nos talentos locais, fazendo todo o tipo de produções e co-produções ao nosso alcance, provando que vale a pena valorizar e dar condições a quem faz a cultura desta terra. Nos últimos anos, foram, assim, mais espectáculos, mais espectadores e mais aplauso, com assistências de fazer inveja a estádios de futebol”, exaltou Cafôfo.

O edil considerou que a Cultura é essencial à evolução da sociedade: uma cidade que consome cultura, é uma cidade mais bem formada, sentenciou. Por outro lado, enfatizou a inclusão, dizendo que neste Verão “concluímos mais uma intervenção a este nível, tendo sido instalados modernos trepadores de escadas para cadeiras de rodas, no acesso ao palco e ao Salão Nobre.”

Desde 2015, passaram a ser disponibilizados em todos os espectáculos quatro lugares para pessoas em cadeiras de rodas. Desde o ano passado, são disponibilizados gratuitamente 12 lugares para pessoas com deficiência visual. “É um orgulho poder dizer hoje que não há barreiras para a cultura no Funchal”, concluiu Paulo Cafôfo.