“Deputado do PSD reside na Madeira mas mantém domicílio no Porto Santo para aumentar vencimento”, denuncia José António Castro

José António Castro
José António Castro reage às acusações que lhe foram feitas por Bernardo Caldeira.

José António Castro, líder do Mais Porto Santo, reage a declarações do deputado do PSD Bernardo Caldeira, afirmando não estar surpreendido com as críticas feitas pelo presidente da comissão política do PSD Porto Santo e deputado na ALRAM. Castro diz que “ter sido visado pela intervenção de Bernardo Caldeira é a confirmação que este (des)Governo apenas reage e não age com nenhuma medida em prol do Porto Santo e que o sr. deputado quer mostrar serviço de última da hora pois já sabe que não será ele o escolhido para as listas do seu partido, fruto do desastre que tem sido a sua prestação”.

O líder do movimento de cidadãos independentes diz que tem “o maior orgulho no seu passado de funcionário público, empresário e advogado, ao contrário do sr. deputado, que não é mais do que um “BOY” político. Não fosse o seu partido, que lhe arranjou um emprego a vender bilhetes de cinema e a atender telefones, apenas tinha uma história de um restaurante falido e sem qualquer sucesso para contar,  e que só chegou a deputado por ser familiar do atual presidente do Governo e por ter participado em manobras partidárias para denegrir vários militares do PSD Porto Santo”.

O líder do Mais Porto Santo afirma também estar perfeitamente “à vontade para falar de assuntos como a empresa Irmãos Castro, Parque de Campismo e ACIPS, que por ironia do destino têm o PSD como principal responsável pela forma como terminaram e que os porto-santenses nas ultimas eleições já demonstraram que o sabem. Aliás, foi por o PSD ser composto por elementos deste nível, que não existia outra alternativa senão deixar um partido que está abandonado”.

José António Castro deixa, ainda, um conselho àquele que “é o mais bem pago deputado da Região Autónoma da Madeira, por força das milionárias ajudas de custo que recebe, pois todos sabem que reside na Madeira mas mantêm domicílio no Porto Santo, de forma a aumentar o seu já enorme vencimento, valores esses pagos pelos impostos dos porto-santenses, que nunca tiveram o prazer de serem recebidos em quase quatro anos por esse senhor, para resolver fosse o que fosse”.

Bernardo Caldeira, diz Castro, “é apenas mais uma prova que os atuais representantes do PSD no Porto Santo não passam de marionetas dos governantes da Madeira e por mais que tentem não irão travar a determinação e vontade do Mais Porto Santo em defender os interesses da ilha e que, independentemente das pressões e calúnias, não nos irão demover, de denunciar e criticar a falta de ação deste governo em cumprir o que prometeu e não está nem perto a cumprir aos porto-santenses.

O presidente do Mais Porto Santo agrade “as inúmeras manifestações de solidariedade inclusive de muitos militantes do PSD, que não se reveem na forma de fazer política do deputado Bernardo Caldeira, muito menos na calúnia e na ofensa. Uma tentativa desesperada de tentar escamotear a falta de ideias e desprezo com que se habituou a tratar os porto-santenses, exceção feita aos amigos da noite”.