Ministro diz que Hospital da Madeira “é imperativo nacional e regional” e anuncia concurso para o Hospital do Seixal

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O ministro anuncia o arranque do concurso para o Hospital do Seixal enquanto refere que o Hospital da Madeira “é um imperativo nacional e regional” e que “o financiamento “deve ser afinado e estudado entre os dois governos”.

“Reafirmo tudo o que disse, a construção do novo hospital da Madeira é um imperativo estratégico regional e nacional. Há uma excelente cooperação e coordenação entre o governo da república e o governo regional. O modelo de financiamento e planeamento financeiro deve ser afinado e estudado entre os dois governos para que seja uma realidade”. Foi isto mesmo o que disse Adalberto Campos Fernandes, o ministro da Saúde, no Parlamento da República, respondendo à deputada social democrata madeirense Sara Madruga da Costa.

Enquanto há a “afinação e estudo entre os dois governos”, relativamente ao processo de financiamento”, o ministro anunciou o arranque, já no final do próximo mês de junho, do concurso do novo hospital do Seixal.

Sara Madruga da Costa lembrou ao governante que “há três anos que aguardamos pelo financiamento do Governo da República, para a construção do novo Hospital da Madeira. Infelizmente o novo Hospital continua parado. Esta infraestrutura que é prioritária para a Região, não passa do papel, nem de uma mera intenção do governo da república que continua sem consagrar qualquer verba ou a assegurar o seu financiamento”.

A deputada fez mais perguntas que, segundo a mesma, ficaram sem respostas por parte do titular da pasta da Saúde. Para recordar ficam mesmo as perguntas:  “Porque motivo o Hospital da Madeira é o único hospital do país que ainda está em análise no Plano Estratégico apresentado sexta-feira passada por Mário Centeno, quando todas as outras unidades hospitalares do país estão mais avançadas?”; “Quem está a empatar o financiamento do novo hospital?”; “Porque razão o ministro das Finanças continua sem nada dizer em relação ao financiamento deste investimento que é prioritário para a Madeira?”

Sara Madruga da Costa relembrou ainda que o Governo da República “demorou nove meses a criar um grupo de trabalho para resolver o financiamento do novo hospital e que até ao momento apenas houve uma reunião na qual o representante indicado por Mário Centeno informou que estaria de saída”.