Bloco de Esquerda defende taxa turística e não cobrança de acesso aos pontos de interesse

O Bloco de Esquerda esteve hoje no Cabo Girão, um dos pontos de atracção turística mais importantes da Região, para sublinhar a necessidade de manutenção daquele espaço, como dos outros pontos visitados por turistas nacionais e visitantes estrangeiros. Paulino Ascensão salientou que é muito importante gerir com cuidado a imagem da Madeira enquanto destino turístico.

O mesmo responsável considerou que uma das formas possíveis de angariar receitas para a manutenção destes espaços é através de uma taxa turística, que o BE refuta de “mais eficaz do que a cobrança do acesso” aos pontos turísticos.

O PSD, acusou, manifesta-se contra a introdução de uma taxa, mas cria acessos pagos aos pontos de interesse turístico, “para que todo o povo, os residentes inclusive, tenha de pagar o acesso às maravilhas da sua própria terra”.

O BE considera que esta não é a melhor forma de actuar. “Mais um euro por noite” não faria, na perspectiva do dirigente bloquista, que ninguém deixasse de vir à Madeira. E assim não seria preciso colocar barreiras que impedem a própria população de aceder sem pagar, “como também já está previsto para o Ribeiro Frio, que é um investimento desnecessário”.

Através de uma taxa turística, “seriam os hoteleiros que iriam entregar esse dinheiro ao Governo, e a cobrança seria simples e muito mais eficaz”.