
A Associação de Futebol da Madeira está indignada com o cancelamento do voo da TAP do dia 1 de abril, das 7.05 horas, onde viajava a equipa de futsal, que no Porto iria participar num torneio. A alternativa da companhia foi um voo no dia 4 e o torneio terminava a 5. Por isso e por muito mais, o presidente da AFM, Rui Marote, não perdeu tempo e assina um documento enviado ao presidente da companhia aérea com conhecimento ao Presidente da República, ao Presidente da Assembleia da República, ao primeiro-ministro, ao Representante da República, ao presidente da Assembleia Regional, presidente do Governo Regional e presidente da Federação de Futebol.
A carta de Rui Marote mostra descontentamento pelo cancelamento do voo, pelo tratamento que a companhia dá aos passageiros madeirenses, diz não ser esta a primeira vez que tal acontece sem justificação e pede explicações à TAP. Lembra que a equipa que ia viajar no voo 1710 para o Porto era composta por jovens de 15 anos, que durante meses estiveram a preparar-se para este evento, além de que esta situação “penaliza uma Região e uma população que não tem outras alternativas para se deslocar que não o transporte aéreo, para além do elevado custo das viagens que se vem verificando, cada vez mais penalizadores”.
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