Fim-de-semana no Porto Santo, estabelecimentos sem clientes; proprietários desesperam

*Com Rui Marote

As imagens foram colhidas pelo repórter do Funchal Notícias este fim-de-semana, na baixa portosantense. Antes que chegar o período mais movimentado das férias da Páscoa – e para o qual, aparentemente, falta ainda muito por fazer para a limpeza da praia e alindamento geral da justamente chamada “Ilha Dourada” – a monotonia é a nota marcante do quotidiano, em dia de descanso.

A maior parte dos cafés, ainda neste período de Inverno – mas bafejado por alguns raios de sol, a lembrar a Primavera que se avizinha – apresentam-se sem clientes. Só dois deles quebram este marasmo. De resto, outros estabelecimentos marcantes da vida de todos os dias no Porto Santo encontram-se fechados. A conhecida “Baiana” está encerrada, a não menos famosa “Lambeca” (os gelados inconfundíveis do Verão) também, a fazer esquecer as intermináveis filas da época estival.

Os proprietários dos estabelecimentos desesperam. Os clientes não aparecem, nem para assistir a um jogo de futebol na SportTV. Onde estão os portosantenses, interroga-se quem olha para este cenário. Os cafés junto à praia são a excepção, como o Beach Club, com alguns estrangeiros a desfrutar da praia.

Quanto aos taxistas, igualmente desesperam. Não surge nem um cliente.

A única perturbação que se vê, no dia, é a polícia, chamada para acudir a uma participação de um toque numa viatura num parque ao ar livre, e tentar descobrir o infractor…

De resto, o tempo vai passado devagar.