
O Tribunal de Instância Central do Funchal agendou para 30 de janeiro, às 14 horas, o início do julgamento de um caso que abalou a pacata freguesia do Arco da Calheta.
O caso remonta ao dia 25.03.2017, data em que o arguido, de 46 anos, atacou a sua mãe, na residência desta (e onde o mesmo pernoitava desde o seu regresso do Reino Unido a 11.03.2017), apoderando-se, pela força física, dos brincos da mãe, tendo-a ainda esfaqueado, violado e lhe provocado a morte por asfixia.
Recorde-se que, em final de Setembro último, o Ministério Público (MP) requereu o julgamento em tribunal colectivo do arguido, pela prática de um crime de ofensa à integridade física qualificada, um crime de violação na forma agravada, um crime de roubo qualificado, um crime de homicídio qualificado e um crime de tráfico de estupefacientes.
Segundo a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), que tutela os serviço do MP na Madeira, “no decurso de diligências policiais levadas a cabo foram-lhe apreendidas cerca de 140 gramas de canábis”.
O arguido encontra-se sujeito à medida de coacção de prisão preventiva.
O inquérito foi dirigido pelo MP da Madeira -DIAP da Ponta do Sol, com a coadjuvação da PJ -Directoria do Funchal.
No processo que começa a ser julgado no final de janeiro são intervenientes, como assistentes, 4 outros familiares da falecida e do arguido.
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