Castro vai aproveitar o que “outros esbanjaram”, aplicar “sem medo” a taxa de dormida e “cumprir” com o que promete

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José António Castro vai “assumir, sem medo, a introdução da taxa de dormida, da taxa ecológica e da taxa máxima de IMI às unidades hoteleiras que fecharem no Inverno”.

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Para os que dizem que o candidato do movimento “Mais Porto Santo” não vai cumprir com as promessas, a resposta aí está ao quarto dia de campanha eleitoral. O programa serám cumprido, segundo José António Castrom com “um digno aproveitamento das muitas centenas de milhares de euros que foram esbanjadas pela Câmara Municipal, através da aquisição de serviços por ajuste directo, que poderiam e deveriam ter sido garantidos pelos recursos humanos existentes na Câmara, pelas pessoas válidas que lá trabalham e que foram encostadas, ameaçadas e injuriadas ao longo de quatro anos, e com as quais contamos, sem excepções”.

Outra das medidas para criar receita é “assumir, sem medo, a introdução da taxa de dormida, da taxa ecológica e da taxa máxima de IMI às unidades hoteleiras que fecharem no Inverno, e, como essas verbas, reforçar o apoio para a acção social”.

Esta reação da candidatura de José António Castro surge porque, como refere numa nota de campanha, “muitos têm questionado e colocado em causa o manifesto eleitoral do Mais Porto Santo, confundindo a população, ao afirmar que não iremos cumprir com aquilo a que nos propomos. A esses dizemos que o nosso movimento de cidadãos está bem ciente das restrições orçamentais em termos camarários, dos condicionalismos existentes, por causa da dívida criada pelo PSD e aumentada pelo PS, por isso nunca fez, nem nunca fará, promessas que não poderá cumprir, pelo que exigimos aos nossos adversários políticos que se dignem a fazer uma campanha séria e honesta, como nós!”

O candidato diz que não anda a enganar os porto-santenses “como faz o ainda presidente da Câmara, que mentiu à população e que foi inúmeras vezes, como todos sabem, desmascarado pela presidente da Assembleia Municipal, nem andamos a ler recados, como se fossemos paus mandados”.

José António Castro assume um compromisso de “total proximidade com as pessoas do Porto Santo, que merecem ser tratadas com a máxima dignidade e respeito, algo que os nossos adversários não têm sido capazes de fazer.  É este o desafio que temos nas mãos, de proximidade, olhos nos olhos, no sentido de construirmos as bases sustentáveis de um amanhã próspero e verdadeiro. E se há quem não compreenda e aceite esta forma verdadeira, autêntica e de livre espírito de fazer política, então que saia e feche a porta”.