Campanhas eleitorais infalíveis

Em tempo de campanha eleitoral, os hoje chamados “outdors” estão por tudo quanto é sítio, não faltando “slogans”, imagens e colorido para todos os gostos e feitios. Deixamos, hoje, neste espaço, alguns exemplos mais bizarros ou risíveis. Caso seja um dos indecisos, esta pode ser uma forma de finalmente descobrir em quem depositar a sua confiança…ou não.

Virar à esquerda com um sinal de indicação à direita será falta de umas aulitas de código?

Basta olhar para o “outdoor” e é amor à primeira vista, sobretudo pelo “sedutor e genuíno”sorrisinho amarelo do candidato!!! Irresistível.

Nada como um Queimado na Chamusca. Isto sim, é coerência.

Para este candidato, a lavagem dos contentores de lixo é talvez o primeiro desígnio nacional, depois da lavagem regular da loiçinha.

Inacreditável!!! Um político que se vende!!! A que preço??? Onde é que já se viu semelhante “inverdade”, para não dizer calúnia???

Nada como um tronco nu para uma campanha despida de preconceitos.
Mas será mesmo o candidato a falar sobre si próprio ou um “alter-ego”?

Alto lá! Já ouvi dizer que não é o tamanho que conta. É mais a qualidade da “performance”.

Além disso, o que conta, verdadeiramente, é o Amor. Com este candidato dos afetos, Faro será com toda a certeza a capital do Amor.

Fiães pede transparência, embora no “outdoor” esteja às escuras.

Nem de propósito. A União de freguesias Pedreira, Rande e Sernande responde com transparência… Absoluta transparência. Ou será algum candidato-fantasma?

E que dizer desta curiosa coincidência na relação entre o formato circular e a referência a Anais?

Afinal, em que é que ficamos? Num caminho ou numa encruzilhada?

Humor negro ou os candidatos são proprietários de uma agência funerária? Esta é de mestre.

Uma descarada ofensa ao PAN?

Fica a promessa de que em Leiria será sempre fim de semana… todos os dias.

Gaia entrará em regime zen, a câmara será decorada com feng shui, as árvores serão substituídas por bonsais e haverá sessões de yoga ministradas pela presidente, a intercalar o “stress” das reuniões de câmara. Namastê.