
As operações de peritagem, que se iniciaram hoje no Largo da Fonte, Monte, na sequência da queda de uma árvore de grande porte, que provocou a morte de 13 pessoas e ferimentos em 51, estão a decorrer dentro do tempo e nos moldes previstos.


Com um perímetro de segurança definido pela PSP para o acesso de populares, bem como um outro de permanência limite dos jornalistas, o processo é visível a uma certa distância, sabendo-se que o mesmo visa naturalmente apurar as causas do trágico acontecimento, bem como fornecer indicações que possam, de algum modo, prevenir eventuais situações futuras.

A peritagem, segundo informação da autarquia, está a ser desenvolvida pelo engenheiro agrícola Pedro Ginja, especialista em arboricultura urbana, que conta com o apoio, em Lisboa, da professora Ana Paula Ramos, do Instituto Superior de Agronomia do Departamento de Proteção de Plantas e de Fitoecologia, Seção de Sanidade e Patologia Vegetal.
Segundo a mesma informação da Câmara, as operações estão a ser acompanhadas pelo diretor do departamento de Ciência e Recursos Naturais da Câmara Municipal do Funchal, eng. José Carlos Marques e pelo chefe de divisão de Jardins e Espaços Verdes Urbanos, eng. Francisco Andrade.
Refira-se, também, como o Funchal Notícias já divulgou, que a Diocese do Funchal indicou Rocha da Silva, antigo diretor regional de Florestas, para seu representante neste processo de peritagem. Este técnico disse, em declarações ao FN, também alvo de reportagem anterior, que é importante, no futuro, ter em conta aspetos de legislação para que se debata, em pormenor, medidas de manutenção, sublinhando que a cultura de que as árvores morrem de pé está posta em causas com este acidernte.
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