Rubina Leal quer Monte “romântico”, desenvolvido e seguro

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O Monte romântico. Das quintas, dos jardins e espaços verdes cuidados. O Monte com qualidade de vida para a população, que se sinta segura em viver naquele que é um dos principais cartazes turísticos da Cidade. O Monte onde se goste de viver, e onde se apaixone visitar.

É tudo isto que a candidata do PSD à Câmara Municipal do Funchal, Rubina Leal, quer para aquela freguesia. “Aquilo que eu pretendo, é que a Câmara volte a dar a atenção devida as zonas altas da Cidade, criando todas as condições para melhorar a qualidade de vida das nossas populações”, disse esta quinta-feira Rubina Leal, durante a apresentação da candidatura social-democrata à Junta e Assembleia de Freguesia do Monte, lembrando o trabalho desenvolvido pelas vereações anteriores, lideradas pelo PSD.

“Ao longo dos anos, foram feitos melhoramentos e arranjos urbanísticos, sobretudo nas habitações”, recordou, vincando a importância de investir naquilo que a freguesia tem de melhor.

É preciso, disse, potenciar o Monte como o Monte Romântico, pois tem todas as condições para reafirmar-se com um dos cartazes turísticos do Funchal. “É importante fazer renascer, reavivar o Monte Romântico. O Monte das Quintas. O Monte que tem 22 locais de grande interesse, e que precisam de ter sinalética adequada”, defendeu a candidata, acrescentando que a freguesia precisa de ter roteiros turísticos para chamar mais visitantes, e de investir na requalificação da zona de partida dos carros de cesto.

“Tem de haver um arranjo urbanístico da zona de partida, valorizando uma atividade turística fundamental para o Monte”, apontou, elogiando o atual executivo da Junta de Freguesia, liderado por Idalina Silva, que mesmo com pouco apoio por parte da Câmara Municipal desenvolveu um trabalho ativo junto da população.

“Eu quero que lembrar que apesar desta Junta de Freguesia se ter empenhado durante este quatro anos, a Câmara Municipal do Funchal poucas vezes veio esta Freguesia, dando pouca atenção ao Monte como deu a todas as zonas altas da Cidade”, disse, apontando o pouco investimento feito na prevenção de incêndios e intempéries.

“Um dos anúncios dos atual presidente da Câmara foi o de criar um programa específico para a prevenção dos incêndios, mas não passaram de promessas”, afirmou, antes de alertar a população para o que a Câmara Municipal pretende fazer com a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM). “É importante que toda a população perceba o que é que está acontecer com o PDM. Não é possível que o solo urbano, com valor, como é o caso desta zona do Monte, passe a ser classificado como zona de solo rústico, perdendo assim valor porque deixa de ser possível construir nesta área”, alertou.

Uma preocupação partilhada por Idalina Silva. A presidente da Junta de Freguesia do Monte, e candidata em outubro a novo mandato, elencou as prioridades da equipa para os próximos quatro anos.

“As grandes preocupações continuam a ser a questão social, e logo a seguir, quase em simultâneo, a defesa da Freguesia em termos de proteção dos incêndios e das calamidades naturais.” A natureza, lembrou, às vezes prega partidas, e a Cidade e a Freguesia têm de estar preparadas.

“Temos de aproveitar os apoios comunitários que existem para o efeito, e nós já estamos a trabalhar nesse sentido”, disse identificando o saneamento básico e os estacionamentos como áreas que necessitam de mais investimento da Autarquia.

“Sinto que há outro diálogo entre a Junta de Freguesia as associações e as entidades que fazem para a parte do Monte. É preciso continuar a promover esse diálogo, rentabilizando energias para valorizar a freguesia.”