PSD pede limpeza de terrenos baldios e devolutos junto a casas em Santa Cruz

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A candidatura do PSD à Câmara Municipal de Santa Cruz denunciou hoje a incapacidade do atual executivo municipal do JPP, em proceder em conformidade com a lei em vigor sobre a limpeza de terrenos baldios e devolutos junto de habitações e ocupação de terrenos com sucata.

Arlindo Aguiar diz que “Santa Cruz continua a ser um município de alto risco de incêndios florestais”, sublinhando que a situação “poderia estar melhor, se o executivo JPP, não se tivesse apegado demasiado a guerrinhas pessoais”.

O candidato pela freguesia de Santa Cruz, na lista do PSD à Câmara Municipal, foi o porta-voz da candidatura, que hoje visitou as zonas altas do município.

“Não apagando da memória a tragédia dos incêndios de 2012 e da qual, o atual executivo municipal se aproveitou eleitoralmente, e estando à quatro anos a governar o concelho de Santa Cruz, demonstra total incapacidade para gerir o território e proporcionar às populações segurança e bem estar, proteção civil no que diz respeito à limpeza de terrenos devolutos junto de habitações, diminuindo assim o risco de incêndio, vejamos o que acontece junto das populações da Lombada em concreto mas que é extensível a todo o concelho”, acusou.

A candidatura do PSD à Câmara Municipal de Santa Cruz, que é liderada por Roquelino Ornelas, denuncia ainda aquilo que considera ser “a falta de competência do executivo liderado por Filipe Sousa, num comportamento que vem demonstrando negligência e aproveitamento político durante quatros anos, tempo este perdido para se ter um concelho preparado para lutar contra novos incêndios, bem como para reduzir a massa de combustão resultante do que ficou abandonado nos terrenos após os incêndios de 2012 e do matagal que já cresceu sem qualquer preocupação de extinguir”.

Neste sentido, se ganhar as próximas eleições no dia 1 de outubro, a candidatura social-democrata vai, contando para tal com a confiança dos santa-cruzenses, “alertar a população do concelho de Santa Cruz para a necessidade urgente de se trabalhar em parceria no ordenamento do território, com proprietários dos terrenos, vizinhos, Câmara Municipal e Juntas de Freguesia e outras instituições em prol dum concelho mais limpo, mais seguro, menos poluidor e mais atrativo”.