
O Porto Moniz prepara-se para concretizar uma obra que Emanuel Câmara considera “estruturante” e que diz vir do tempo de Alberto João Jardim na presidência do Governo Regional, mas que nunca foi concretizada: uma estação de salvamento. Com inauguração para breve. Está a aguardar apenas a conclusão de formação de dez jovens naturais do concelho, integrados na orientação do SANAS.
Quer um porto completamente equipado e operacional, daí ter sido desenvolvido um trabalho de requalificação, desde a construção de novas arrecadações para os pescadores, substituindo o contentor ali existente, até à aquisição de um novo guincho que permitirá colocar o barco do SANAS rapidamente na água. “Em termos de futuro, o porto do Porto Moniz, que é único com as condições que tem, será determinante para aquilo que queremos apostar, no mar a par da floresta”.
Estação de armazenagem preliminar de lixos sem equívocos com a ARM
Em matéria de projetos comunitários, sublinha que “além dos sete já aprovados no âmbito do PRODERAM, temos através do POSEUR, um programa que depende só do Governo da República, a estação de armazenagem preliminar de lixos, uma estrutura moderna, que envolve a aquisição de duas viaturas e dois ecopontos subterrâneos, um investimento que ronda 1 milhão de euros. Vamos abrir o processo durante esta semana, depois de um período de amadurecimento e de resolver alguns equívocos para não melindrar a ARM”, esclarecendo que a Câmara não estava a se substituir à empresa. “Respeito os contratos estabelecidos anteriormente entre o Governo e as autarquias, embora alguns deles duvidosos, mas quero criar condições para a recolha e o tratamento de lixos do concelho, obtendo economias na sua transferência para as estações, não só na Ribeira Brava, mas também na Meias Serra”.
A defesa da floresta laurissilva
Emanuel Câmara não tira o olhar do futuro, do próximo e do pós eleições. Quer retirar o maior aproveitamento possível dos apoios existentes. E lembra que “as Câmaras do Porto Moniz e Porto Santo são as únicas da Região Autónoma que se encontram integradas no projeto do INTERREG, em parceria com Canárias e Açores, demonstrando bem o trabalho que tem sido feito”.
Quer projetar o concelho e já definiu a estratégia: a floresta laurissilva e o mar. “A aposta nos bombeiros, em termos humanos e de equipamento, enquadra-se precisamente na necessidade de defendermos a nossa floresta laurissilva, além da importância que tem a defesa das populações no que diz respeito aos fogos urbanos”.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






