Albuquerque diz que Rubina Leal é a candidata que garante ao Funchal “perspetivas de futuro”

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O presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque afirmou ontem que o partido tem uma “candidata à presidência da Câmara que dá a garantia ao Funchal de ter um bom futuro”.

“A Rubina Leal trabalhou comigo oito anos e posso dizer-vos uma coisa, ela tem uma capacidade política, uma determinação, uma capacidade de trabalho, uma integridade e uma ligação às pessoas que garante, na verdade que o PSD, neste momento, apresenta um dos seus melhores quadros para a disputada da cidade capital”, disse, nos encontros com militantes, ontem nas sedes de Santa Maria Maior e de São Gonçalo.

Miguel Albuquerque sublinhou que a candidata garante também que “a nossa cidade tenha uma pessoa credível, que é conhecida da população e que não mente nem faz promessas que depois não executa”.

Para o presidente do PSD/M as alternativas são simples: “ou apoiamos a nossa candidata, os nossos candidatos e à sua equipa às juntas e temos um Funchal com perspectivas de futuro” ou “mantemos um Funchal estagnado”, que “está parado há quatro anos” e que “não merece esta regressão”.

Também Rubina Leal referiu-se à inércia verificada no Funchal, dando o exemplo da reabilitação urbana, em que não se conhece qualquer obra realizada, assim como de muitas outras áreas, destacando igualmente a parte social, sem qualquer tipo de investimento nos bairros sociais camarários ou em novos centros comunitários. Não houve também, segundo a candidata do PSD, qualquer investimento na reabilitação das redes de abastecimento de água, num concelho onde as perdas ultrapassam os 70%.

“Não há investimento, não há de alguma forma, a clarividência de perceber o que é importante, aquilo sim que existe é constantemente e através do marketing político que é feito nos jornais nos venderem coisas, fantasias que não existem”, disse.

Rubina Leal afirmou que esta é a realidade do Funchal e os militantes e simpatizantes do PSD têm de ter a capacidade de passar a palavra e “denunciar tudo aquilo que não foi feito e que foi prometido”, assim como de transmitir o projeto social-democrata, que será um “projeto diferente”, “melhor” e “exequível”.