Rubina Leal abriu ciclo de conferências sobre cidadania activa na Associação Olho.te

A candidata do PSD à Câmara Municipal do Funchal, Rubina Leal, abriu esta segunda-feira o ciclo de conferências sobre ‘Cidadania Activa’, promovido pela Associação Olho.te, salientando que o tema lhe é caro, tendo em conta aquele que foi o trabalho que desenvolveu enquanto vereadora do município funchalense.

“A minha vida tem sido muito a área social, trabalhando junto das pessoas, aprendendo com elas para poder intervir melhor. Aquilo que pretendo é inovar. Ter novos programas, mas também, e sobretudo, dar continuidade aos projectos que desenvolvi de 2005 a 2013 na Câmara”, referiu Rubina Leal, recordando o período em que foi a responsável do concelho pela Educação e Social.

“Quando cheguei a Câmara Municipal do Funchal já tínhamos um trabalho feito na área ambiental, mas verifiquei que era importante intervirmos junto das crianças, dos jovens, das famílias e dos idosos”, lembrou, explicando que foi com essa premissa que decidiu avançar com vários programas, junto dos ginásios municipais e centros comunitários, de educação para a cidadania, refere uma nota de imprensa.

Rubina Leal sublinhou na oportunidade a sua vontade de prosseguir e inovar os projectos que iniciou na Câmara do Funchal, após as eleições autárquicas de Outubro.

Referiu também que a  Olho.te é uma associação fundamental, que Rubina Leal conhece “muito bem”, com um papel significativo na inclusão pela arte. A propósito, lembrou também a criação do Centro de Inclusão de Artes criado no Bairro de Santo Amaro enquanto vereadora na Câmara do Funchal. “É uma das formas que temos de trabalhar e de chegar às pessoas”, notou a candidata, recordando que todo o seu percurso tem sido feito nestas áreas, da formação e da inclusão.

Também o responsável pela Olho.te, Hugo Andrade, destaca o papel da arte na inclusão. “Fala-se muito de inclusão social, mas julgo que a inclusão pelas artes é fundamental”, defendeu, explicando que a Associação nasceu de um projecto com o mesmo nome, desenhado para actuar junto dos bairros sociais.

“Havia um grande absentismo escolar e até um certo analfabetismo, que faziam com que as pessoas ficassem muitas vezes fechadas em casa ou nos cafés.

Esta associação fez com que se alterasse um bocadinho o pensamento das populações do bairro, e que novas portas se abrissem para elas, alimentando não o corpo, mas alimentando a alma”, salientou.