Será o PSD-Madeira um partido partido?
As eleições Autárquicas, pela sua proximidade, despertam conflitos, paixões, paixonetas, amuos, desavenças, ambições, guerras paroquiais e locais.
Num partido de poder como o PSD, onde não é fácil contentar a todos, surgem naturais descontentamentos.
De norte a sul, de leste a oeste, da Madeira ao Porto Santo, surgem sinais de divisões.
Há sinais de desavenças em alguns dos 11 concelhos e 54 freguesias.
As últimas foram em Santa Cruz e no Imaculado Coração de Maria.
De uma ponta à outra da ilha há gente que deu a cara pela “Renovação” e que agora não vê a recompensa.
Outros em que a recompensa chegou pelo diretório partidário do Funchal mas cuja escolha não foi bem acolhida na terrinha.
Há tempo para ouvir e tempo para decidir. O problema é quando a decisão não coincide com a auscultação.
O surgimento de independentes em São Vicente, Ribeira Brava, Porto Moniz, Porto Santo é sinal de quê?
Sobretudo de um PSD dividido.
Porquê? Porque os agora independentes estão claramente conotados com o PSD.
A luta pelo poder turva a divergência de opiniões. A minha ideia é melhor do que a tua. Quem está comigo é melhor do que quem está contigo.
Não é fácil (re)partir o pão… e a laranja!
Até 1 de outubro de 2017 (dia das eleições Autárquicas) algumas batalhas serão fratricidas.
Quem sairá fragilizado? Veremos!
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