
Com o empate do Tondela na deslocação a Belém, em jogo que terminou há pouco, o Nacional vai terminar esta jornada 20 da I Liga no último lugar, o chamado “lanterna vermelha”, situação que não é habitual no clube madeirense. O Tondela passou a penúltimo, com 14 pontos e o Nacional é último com 13.
Faltam disputar três jogos, agendados para esta segunda-feira, o Marítimo (8º com 28 pontos)-Moreirense (15º com 18), Braga (4º com 36 pontos)- Estoril (16º com 15) e Feirense (14º com 19)-Rio Ave (9º com 27), sendo que o Estoril, que é o clube mais próximo dos lugares de descida, tem uma deslocação difícil a Braga e poderá não somar pontos, porque se o fizer distancia-se dos dois últimos, que no final da época dão descida de divisão.
Certamente que, nem a direção nacionalista, nem os adeptos, esperariam que o Nacional chegasse a uma posição destas. Nem tão pouco esperariam que a “chicotada psicológica”, com a saída de Manuel Machado e a entrada de Jokanovic, desse tão poucos resultados, ao contrário do que é habitual acontecer sempre que há mudança de treinador.
Jokanovic ainda não venceu e o melhor resultado que conseguiu foi empatar. Muito pouco para quem pretende amealhar pontos para fugir aos últimos lugares, objetivo tão diferente para quem estava habituado inclusivé a lutar pela Europa.
Na próxima jornada, o Nacional recebe a visita do Belenenses, que é 12º com 24 pontos, em jogo marcado para domingo, 12 de fevereiro, pelas 16 horas na Choupana, com a obrigatoriedade de ganhar, tal como já aconteceu com o Arouca, e nesse jogo, estava a perder e a igualdade já surgiu nos descontos.
Para Jokanovic e este plantel, para a direção de Rui Alves também, a pressão é enorme e, por certo, não é fator de estabilidade para tranquilizar os jogadores tendo em vista o objetivo, cada vez mais urgente, de ganhar. Salvar a época, neste quadro, é manter a equipa na I Liga.
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