O Partido da Terra declara-se, em comunicado enviado às Redacções, muito preocupado com o rumo que Portugal está a trilhar e diz não compreender “como é que o Governo da Geringonça e o Governo Regional da Madeira anunciam todos os dias que as dívidas estão a diminuir, ficando os Portugueses e neste caso os Madeirenses, com mais dinheiro no bolso no final do mês?”
O MPT-Madeira diz que não está a inventar nada, pois “os meios de comunicação divulgaram que a dívida pública ao exterior está cada vez mais alta, com cerca de 133,4% do PIB nacional, ou seja, porque cada 100% que produzimos, temos de pedir emprestado ao exterior 33,4%. Como podemos facilmente verificar, os Portugueses têm nas suas costas uma brutal dívida, pela qual são culpados apenas os maus governos que temos tido desde o 25 de Abril.”
O MPT critica os governantes “iluminados de lâmpada fundida” que, em seu entender, “são responsáveis integralmente por estas dívidas, mas na hora de as pagar, obrigam todos os portugueses a pagar o que praticamente é impagável”.
Para o MPT-Madeira” toda a propaganda enganadora de reposição de salários, pensões e retoma da economia que o Governo da Geringonça e o Governo Regional anuncia, na prática não aconteceu, basta consultarem as suas pensões e vencimentos para perceberem que cada vez recebem menos, verificando-se ao mesmo tempo um brutal aumento dos impostos indirectos”, denuncia esta força política.
Para o Partido da Terra a retoma económica só seria um bom anúncio se as informações que os meios de comunicação publicam não trouxessem a público que o endividamento das famílias no final do ano de 2016 era já muito superior ao verificado em 2012. “A outra noticia que contradiz o Governo Geringonça está relacionada com as Cantinas Sociais que confeccionam mais de 24 mil refeições para alimentar pessoas com elevada carência e sabendo-se que existe cada vez mais procura, o Governo reforçou as verbas para que as Cantinas Sociais possam enfrentar 60 mil refeições para pessoas muito carenciadas. Como podemos verificar, não existe nenhuma retoma, existe sim um maior aumento da pobreza em Portugal. Caso a retoma económica estivesse a acontecer o nível de pobreza não estaria a aumentar, pelo contrário estaria a decrescer e a pobreza a diminuir”, acrescenta. O partido considera, pois, estas contradições “gritantes”.
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