
Uma funcionária da Santa Casa da Misericórdia de Machico sente-se “injustiçada” pela nova equipa dirigente da instituição na sequência do encerramento do centro médico do Porto da Cruz, uma valência que a nova provedora encerrou um dia após a tomada de posse, dispensando os serviços das funcionárias ali colocadas.
Numa exposição enviada ao FN, a funcionária afirma que o despedimento deve-se ao facto de ter apoiado a lista B encabeçada pelao anterior provedor Luís Delgado, sublinhando que nem 24 horas depois da posse “a nova provedora fez dois despedimentos sem fundamento”, denunciando ainda que “os funcionários que apoiaram o Provedor Luís Carlos Araújo Delgado estão a viver um pesadelo com medo de perderem o seu trabalho”.
Rosário Pão diz que é funcionária da Santa Casa, com um contrato de trabalho desde Maio de 2016 de um ano. “Com a abertura do dia 20 de Dezembro do centro médico do Porto da cruz, fui colocada para lá trabalhar. Assinei novo contrato sem termo e com novas funções decididas pela anterior administracão…no dia 4, dia seguinte à posse, a nova Provedora e a sua equipa de administracão dicidiram visitar pela primeira vez aquele espaço, e na mesma hora fui informada, com a minha colega, que abandonassemos o centro porque decidiu fechá-lo. Também deu ordens naquele momento a um funcionário da manutenção para mudar as fechaduras do centro médico! Com toda aquela situação eu e a minha colega ficamos sem palavras. Rescindiram o meu contrato e já me mandaram uma carta registada para levar ao centro do desemprego”.
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