A 23 de outubro de 1976, na qualidade de primeiro-ministro, acompanhou o então Presidente da República, Ramalho Eanes, para a instalação da primeira Assembleia Regional.
Em Julho de 1976 pediu a dissolução do Governo Regional da Madeira face aos ataques de Alberto João Jardim às Forças Armadas.
Em 1986, ano em que Portugal entrou na CEE, graças à sua visão e impluso, veio à Madeira inaugura a ponte 1 de julho e lançou a primeira pedra do Monumento à Autonomia.
Em 1988 veio novamente à Região onde presidiu à sessão solene do 12.º aniversário da Autonomia.
Em Dezembro de 1990, numa deslocação à Região em pré-campanha para a as eleições presidenciais, surgiu a famosa e polémica expressão “défice democrático”.
Em 1991, ano em que vetou o Estatuto Político-Administrativo da Madeira, foi o primeiro presidente da República a deslocar-se às Selvagens, roteiro que passou a fazer parte dos demais chefes de Estado.
Foi também em Maio de 1991 que recebeu, na Região, o Papa João Paulo II.
Em 1997, a Câmara do Funchal, então presidida pelo atual presidente docGoverno Regional, Miguel Albuquerque atribuiu-lhe a medalha de honra da cidade que estava ‘congelada’ desde 1990.
No ano 2000, em que se agudizaram os ataques de Angola à família Soares, até Alberto João Jardim veio a público em seu auxílio: “Estou solidário apesar de Soares não gostar de mim”, disse.
Para férias, na década de 90, por várias vezes Mário Soares escolheu a ilha do Porto Santo.
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