O MPT refere-se à Implantação da República, que amanhã se assinala, numa nota enviada às Redacções. Refere o partido que, embora perceba a importância da implantação da República em 1910, mais precisamente a 5 de Outubro e instituído como um feriado nacional, considera seu dever “alertar a População Portuguesa em geral que desde esta altura os devaneios dos governantes foram sempre de enorme grandeza, nunca se registando em Portugal um clima de paz social, de crescimento sustentável e de controlo da corrupção”.
O MPT denuncia um “mar de incerteza em que o seu povo é oprimido, pobre, explorado e obrigado a pagar as dívidas criadas por toda esta malha de corrupção que começa nos Governos e acaba no tecido empresarial e bancário”.
Por isso, para esta força partidária não basta assinalar as datas, é necessário demonstrar que as pessoas que tomam o leme na condução do País o fazem com a mais elevada contribuição de Estado sobre a vida pública.
“O que temos visto são vários partidos que são eleitos democraticamente, mas que depois assaltam o seu próprio povo sem apelo e sem agrado e sempre a rir”, aponta.
“Os que lá estiveram (PSD e CDS-PP) eram do piorio, mas os que lá estão (PS, BE e PCP-PEV) entraram facilmente para o mesmo nível”, acusa. “Propuseram-se devolver os impostos infligidos pelos anteriores e no entanto o que vemos é que funcionários que recebiam em Janeiro de 2016 1.240,06€, no mesmo ano em Setembro recebiam 1.256,82€, ou seja mais 16,76€. Onde está a reposição dos 30%?”, questiona.
“Estamos numa situação em que todos os dias nos dizem que estão a repor pensões e salários, mas os trabalhadores não sentem isso nos seus vencimentos ao fim do mês. É tudo uma organização de malfeitores que se agregam para nos assaltar todos os dias de forma legal. O MPT-Madeira repudia e continuará a lutar pela verdade, pela honestidade e pelo verdadeiro cumprimento das promessas e não de falsidades”.
O 5 de Outubro só será uma verdadeira festa para o povo, quando o povo deixar de ser assaltado, enganado e o contribuinte de primeira linha para pagar as verdadeiras atrocidades, nomeadamente, na banca e nos governos corruptos, diz o partido.
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