
Rui Marote
A APRAM, ‘madrinha dos pobres’, pagou horas extraordinárias a um funcionário destacado em São Lázaro. Tudo por causa da largada de foguetes para assinalar a inauguração do hotel Pestana CR7, que teve como local de lançamento o cais junto ao varadouro.
As festividades obrigaram a que ali estivesse de plantão um funcionário da Administração de Portos para lançar água sobre os barcos ali estacionados e depois da queima do fogo, lavar as embarcações por causa da queda das cinzas.
A operação rendeu horas até às 00h30 de hoje.
Que foi bonito o fogo, concerteza que sim, mas teve os seus custos para o erário público. A APRAM, que se queixa de não ter verbas para detergentes de limpeza, tem dinheiro para ver no ar os foguetes a estalar. Quem paga? É sempre a mesma pergunta, e a mesma resposta: é o povo.
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