
Fazem da mendicidade um ‘emprego’. Ou melhor, pedem para que, eventualmente, outros possam beneficiar com a caridade de quem passa.
O fenómeno é cíclico e está novamente em alta nas ruas do Funchal.
Basta percorrer as ruas entre o Mercado dos Lavradores, Fernão Ornelas, Bazar do Povo (ponte do Bettencourt), Rua do Aljube, Sé, Avenida Arriaga e é vê-los de ‘copito’ na mão a pedir esmola.
Alguns são ‘velhos’ conhecidos dos funchalenses.
De há uns anos para cá, são, sobretudo, cidadãos de países de leste.
Sentados numa cadeira ou no chão expõem as feridas ou as deficiências apelando à caridade cristã.
Alguns são cidadãos romenos de mão estendida para, quem sabe, entregar a outras mãos exploradoras.
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